Olá, meu nome é:

Lucas Romero

Um pouco sobre mim:

Capixaba de coração, formado em Engenharia Metalúrgica pela UFOP-MG, vivi o mundo dos concursos entre 2016 e 2018, passando pelo ICMS-MA, TCE-PE, TCE-PB, SEFAZ-GO e SEFAZ-SC. Hoje, aos 33 anos, sou Auditor Fiscal em Santa Catarina e trabalho com tecnologia na Guruja.

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HIstória Completa:

A Engenharia Metalúrgica foi o plano A que não deu certo. Me formei, mas o mercado estava péssimo. Tentei a Engenharia Mecânica, cogitei o mestrado, mas a verdade é que não tinha vocação para nada daquilo. Em 2016, decidi virar concurseiro.
Comecei mirando a Receita Federal, como quase todo mundo na área fiscal. No meio do ano saiu o ICMS-MA. Prestei com pouca experiência e fiquei no cadastro de reserva — 145º lugar. Não passei, mas aprendi algo importante ali: dava para competir.

Então veio a seca. A área fiscal sumiu do mapa, nenhum edital, nenhum boato. Em certo momento quis largar tudo, tirar um mês de folga. Foi aí que aprendi a lição mais valiosa da minha trajetória de concurseiro: constância vence intensidade. Não adianta estudar dez horas por dia se você não sustenta o ritmo. O segredo é achar uma rotina razoável e, acima de tudo, sustentável — especialmente na seca.
Com a área fiscal parada, olhei para o lado e tentei a área de controle. Fiz o TCE-PE e o TCE-PB. Fiquei no cadastro de reserva do TCE-PE. Parecia frustração, mas esses concursos me deram base sólida em matérias como AFO e TI, que o pessoal da área fiscal costuma deixar só para o pós-edital. E me mantiveram motivado — nada se compara à energia de um edital aberto.

Quando saíram os

editais de Goiás e Santa Catarina, eu estava pronto. Em GO, fui aprovado em 3º lugar. Em SC, 31º. Nesse meio tempo, fui chamado no cadastro de reserva do TCE-PE e atuei como Analista de Controle Externo por 9 meses — até ser nomeado em SC, o cargo que eu realmente queria. Não tomei posse em Goiás. Anos depois, o ICMS-MA também me chamou.

Olhando para trás, entendo que as reprovações foram fundamentais. Se tivesse passado de primeira nos TCEs, provavelmente teria parado de estudar com o mesmo afinco e não teria chegado ao fisco.

Hoje, além do cargo de Auditor Fiscal, trabalho com tecnologia na Guruja — integrações, automações, suporte técnico — enquanto o Bruno cuida do core da plataforma. Aprendo todos os dias com a equipe, especialmente o time de TI. Nunca imaginei ajudar a construir uma empresa assim: do tamanho que a Guruja tem hoje, com uma equipe como a nossa, entregando resultados que ainda me surpreendem. É um motivo de satisfação constante.