Olá, meu nome é:

Geverson Martins

Um pouco sobre mim:

Sou apenas alguém que concluiu o ensino médio pelo supletivo, formou-se em Engenharia Civil pela UFC e, aos 28 anos, foi aprovado para Auditor Fiscal do Estado de Santa Catarina. Fiquei tão apaixonado pelos concursos públicos que nunca mais larguei. Desde então, atuei anos do outro lado, orientando alunos até a aprovação. Hoje, por meio do marketing, mostro aos concurseiros como a Guruja pode deixá-los mais próximos da vida de concursado.

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HIstória Completa:

Em 2016, três anos após me formar em Engenharia Civil, eu já estava completamente desiludido com a profissão. Instabilidade, pressão constante, desvalorização e uma insegurança permanente sobre o futuro faziam parte da rotina. Foi naquele ano que tomei uma das decisões mais difíceis da minha vida: abandonar a área, encerrar os trabalhos em andamento e começar do zero.
Não foi uma escolha fácil. Ouvi de tudo:
“Você vai largar tudo para estudar para concurso?”
“Concurso é carta marcada.”
“Vai ter que abrir mão de muita coisa.”
E era verdade. Abrir mão virou parte do processo.
Comecei a estudar ainda em 2016 e logo vieram as primeiras provas: ISS Teresina, TRT Sergipe… e as primeiras reprovações. Resultados compatíveis com o pouco tempo de preparação, mas que já exigiam algo que ninguém ensina: aprender a lidar com o “não”.
Vieram outros concursos, outras tentativas, outras quedas. Em 2017, com a escassez de concursos fiscais, precisei migrar temporariamente para outras áreas. No meio desse turbilhão, descobri que seria pai. A responsabilidade aumentou, a pressão também. Mesmo estudando o máximo possível, os resultados não vieram: TCE/PE, TRT/CE, TST. Mais reprovações.
Até ali, já eram várias tentativas frustradas, acumulando dúvidas, inseguranças e a sensação constante de estar ficando para trás.
Em 2018, iniciei o ano com mais uma reprovação, no TCE/PB. A próxima grande prova seria a SEFAZ/GO. Estudei muito, me preparei com seriedade, mas o resultado novamente não foi o esperado. Aquela foi uma das derrotas mais duras: eu sabia que tinha feito o meu melhor.
Pouco tempo depois, surgiu o edital da SEFAZ/SC. O cenário era desafiador: edital extenso, dois dias de prova, concorrência fortíssima, pouco tempo para estudar e uma confiança abalada. Eu estava endividado, cansado, com uma filha pequena em casa. Ainda assim, desistir não era uma opção.
Segui estudando. Um dia de cada vez. Sem promessas, sem ilusões. Apenas fazendo o melhor possível.
Fiz a prova sem grandes expectativas. Saí achando que, provavelmente, não seria daquela vez. Mas, ao conferir o gabarito, algo diferente aconteceu. Pela primeira vez, vi que existia uma chance real. Pequena, talvez. Mas real.
E ela se confirmou.
Em janeiro de 2019, veio a aprovação. Depois de várias tentativas, erros, ajustes, renúncias e madrugadas, o resultado finalmente apareceu. As reprovações ficaram para trás. O que permaneceu foi a certeza de que cada passo — inclusive os que doeram — fez parte do caminho.
Hoje, olho para trás com orgulho. Não apenas pela aprovação, mas por não ter desistido quando tudo indicava que seria mais fácil parar.