Olá, meu nome é:

Gustavo Costa

Um pouco sobre mim:

Carioca, formado em Engenharia Química pela UFRJ e músico nas horas vagas, encontrei no fisco um caminho alternativo para fugir de um mercado de engenharia que atravessava uma fase de crise na época em que me formei. A estabilidade e a tranquilidade para manter meus hobbies também pesaram na decisão – e foi isso que me fez bater o martelo de vez pelo universo dos concursos.

Só que a vida adora surpreender – e, muitas vezes, para melhor. Foi no dia a dia com os alunos que encontrei a realização que eu buscava. Isso me levou a deixar a SEFAZ/RS, cargo que ocupei até 2025, para me dedicar integralmente a esse propósito. Até aqui, foram milhares de vidas transformadas – algo que me faz acreditar que estamos cumprindo uma missão maior: abrir caminhos, ampliar horizontes e ajudar pessoas a conquistarem segurança e novas possibilidades por meio da aprovação.

Onde me Encontrar:

Conheça Minha
HIstória Completa:

Minha história profissional começou em 2005, quando entrei na UFRJ para cursar Engenharia de Alimentos. Naquele momento, meu sonho era claro: trabalhar em uma multinacional e atuar com pesquisa e desenvolvimento de produtos.

Com o passar dos anos, porém, o cenário mudou. O mercado que eu mirava — e que parecia tão promissor — passou a ser ocupado, em grande parte, por engenheiros químicos, cuja formação mais ampla abria portas em diferentes setores, como petróleo, fármacos, bebidas e muitos outros. Para ampliar minhas possibilidades, migrei para Engenharia Química em 2008, acreditando que aquele ajuste resolveria o problema da escassez de oportunidades. Não resolveu.

Em 2013, me formei com a expectativa de conquistar rapidamente meu primeiro emprego, mas me deparei com um país em crise e com um dos maiores destinos profissionais da área — a Petrobras — sem perspectiva de concurso, em meio a escândalos que paralisaram contratações. Para quem acabava de sair da universidade, o mercado privado parecia cada vez mais distante.

Foi então que, no fim daquele mesmo ano, um encontro inesperado mudou minha rota. Reencontrei um amigo de infância que tinha acabado de ser aprovado na SEFAZ/SP. Na época, eu estava prestes a aceitar oportunidades que giravam em torno de R$ 3.000 por mês, quando ouvi dele que o salário inicial de um Auditor Fiscal em São Paulo ficava “por volta” de R$ 15.000. Aquilo plantou uma semente — e, em pouco tempo, virou decisão. Eu queria a minha aprovação.

A partir dali, mergulhei em uma rotina intensa de estudos para resolver minha situação o quanto antes. E, curiosamente, comecei no momento certo: o concurso da SEFAZ/SP havia nomeado 885 candidatos de uma só vez, o que deixou a “fila” da área fiscal mais vazia e abriu uma janela real de oportunidade. Em maio de 2014, fiz meu primeiro concurso com chances concretas e alcancei uma excelente colocação no cadastro reserva do ISS/SP. Eu já sabia: minha jornada não seria longa. No concurso seguinte, em agosto de 2014, fui aprovado dentro das vagas na SEFAZ/RS — e aposentei as canetas muito mais rápido do que imaginava.

Depois dessa virada, aconteceu a maior surpresa: a aprovação não foi o fim da história — foi o começo do meu verdadeiro propósito. Ao acompanhar de perto a trajetória dos alunos, percebi onde estava a realização que eu buscava: no brilho de quem volta a acreditar, no alívio de quem vê o esforço recompensado, na confiança construída dia após dia até a prova. Foi esse contato com o concurseiro real — com suas dificuldades e conquistas — que me fez querer ir além e dedicar minha energia a encontrar, continuamente, as formas mais eficientes de ajudar outras pessoas a cravarem a vaga dos seus sonhos.