CONCURSO ISS RIO BRANCO: VISÃO GERAL E COMO SE PREPARAR

A lei do município cria 60 cargos de Auditor Fiscal de Tributos em Rio Branco. O último concurso para a carreira fiscal da capital acreana foi em 2007. São 19 anos sem uma única porta de entrada.

O vencimento-base da carreira hoje é de R$ 12.000,00 para uma jornada de 30 horas semanais, e ainda existe uma gratificação exclusiva do cargo por cima disso. Em 2024, a Prefeitura realizou o maior concurso da sua história, com 1.267 vagas, e não ofertou nenhuma vaga para o fisco. Este artigo explica o que esse conjunto de fatos significa para quem estuda para a área fiscal e como se posicionar sem apostar cego.

O QUE É O FISCO DE RIO BRANCO?

Rio Branco é a capital do Acre e concentra a economia do estado. São cerca de 389 mil habitantes e o principal polo de comércio e serviços da Amazônia Ocidental brasileira. Como todo município, arrecada ISSQN, IPTU, ITBI e taxas, e é a Secretaria Municipal de Finanças (SEFIN) que administra esse sistema.

O tamanho da máquina tributária dá a dimensão do trabalho. A meta oficial de arrecadação do ISSQN do município foi fixada em R$ 152,3 milhões para 2025, contra R$ 131,1 milhões no ano anterior. É um crescimento de aproximadamente 16% em um ano, em um fisco que não recompõe seu quadro por concurso desde o governo Lula do primeiro mandato.

A fiscalização municipal foi reorganizada pela Lei Complementar nº 33, de 14 de dezembro de 2017, apelidada de Lei Geral da Fiscalização. Ela dividiu a atuação em duas frentes, a Administração Urbanística e a Administração Tributária, e desenhou a carreira dos auditores fiscais com progressão, prerrogativas e tabela própria de vencimentos. Essa lei foi alterada duas vezes em 2022, pelas Leis Complementares nº 138 e nº 176, que reestruturaram a remuneração.

CARGOS E ATRIBUIÇÕES

A Lei Complementar nº 33/2017 prevê seis cargos na fiscalização municipal, e eles não são intercambiáveis. A confusão entre eles é o erro mais comum de quem chega agora nesse concurso.

O Auditor Fiscal de Tributos é o cargo do fisco propriamente dito, com 60 posições criadas em lei. É ele quem fiscaliza o cumprimento da legislação tributária, faz o levantamento ou arbitramento da receita bruta dos contribuintes, lavra termo de início de ação fiscal, notificações, intimações e autos de infração, examina livros contábeis e decide em processos administrativos fiscais. A exigência de ingresso é diploma de graduação, bacharelado ou licenciatura plena, em qualquer área de formação. É o único cargo da fiscalização de Rio Branco aberto a qualquer graduado.

Os demais exigem formação específica e servem a outras políticas do município. O Auditor Fiscal de Obras e Urbanismo tem 52 cargos e exige Engenharia Civil, Arquitetura ou Tecnólogo em Construção Civil. O Auditor Fiscal Sanitário tem 29 cargos e exige graduação com especialização em saúde pública e sanitária. O Auditor Fiscal de Meio Ambiente tem 12 cargos e aceita formações como Engenharia Ambiental, Agronômica ou Florestal, Geologia, Geografia, Biologia e Direito. O Auditor Fiscal de Transporte, com 13 cargos, está em quadro suplementar em extinção, o que significa que não há mais ingresso.

Há ainda o Técnico de Cadastro Imobiliário, com 15 cargos de nível médio e ingresso por concurso público. Ele dá suporte à fiscalização, faz levantamento de campo, demarca áreas, coleta dados geométricos e opera os sistemas de lançamento e cobrança do IPTU, da Planta Genérica de Valores e da TSU. Não é auditoria fiscal, é apoio cadastral, mas é uma porta de entrada de nível médio no mesmo ecossistema.

Duas coisas são privativas do Auditor Fiscal de Tributos. A primeira é a Gratificação de Atividade Tributária, paga só a ele. A segunda são as atribuições definidas na Lei Orgânica da Administração Tributária do Município, que é a norma que detalha o poder de fiscalizar tributos. Na prática, é o cargo que decide sobre crédito tributário em Rio Branco.

SALÁRIO E VAGAS

Aqui mora a informação que a maioria dos sites ainda erra. Muito conteúdo sobre “ISS Rio Branco” ainda repete o salário do edital de 2007, R$ 1.344,00, como se fosse a remuneração atual. Não é. A carreira foi reestruturada em 2022 e a antiga produtividade de 160% foi absorvida pelo próprio vencimento-base.

A tabela vigente, fixada pela Lei Complementar nº 176/2022 com efeitos a partir de 1º de março de 2023, traz o seguinte para o grupo ocupacional 2, de nível superior:

  • Vencimento-base na referência A: R$ 12.000,00, para jornada de 30 horas semanais
  • Gratificação de Atividade Tributária (GAT): 10% do vencimento-base, exclusiva do Auditor Fiscal de Tributos, ou seja, R$ 1.200,00
  • Remuneração de entrada: aproximadamente R$ 13.200,00 por 30 horas semanais
  • Topo da tabela, referência M: R$ 16.610,81 de vencimento-base, mais GAT, algo próximo de R$ 18,2 mil

A progressão é automática a cada três anos, com acréscimo de 3% por referência, ao longo de doze referências, de A a M. Não há requisito de mérito ou titulação para avançar, só tempo de efetivo exercício.

Por cima disso, a lei prevê adicional de titulação, com 5% para cursos extracurriculares somados a partir de 150 horas, 7,5% para especialização de 360 horas, 10% para mestrado e 15% para doutorado, cumuláveis até o limite de 20% do vencimento-base. Há também gratificação de sexta parte após 25 anos de serviço público, indenização de transporte de R$ 1.000,00 para quem usa veículo próprio em fiscalização externa, e plantões pagos a R$ 300,00, R$ 450,00 e R$ 900,00 conforme sejam de 4, 6 ou 12 horas.

Quem for convocado para o regime suplementar de mais 10 horas semanais, chegando a 40 horas, recebe proporcionalmente sobre vencimento-base e GAT, o que representa cerca de um terço a mais. E quem assume função de direção ou chefia tem gratificações de R$ 4.000,00, R$ 3.000,00 ou R$ 2.500,00, para jornada de 40 horas. A lei ainda determina que as diretorias administrativas e chefias de divisão sejam preenchidas preferencialmente por auditores fiscais.

Existe também bonificação por alcance de resultados atrelada às metas de arrecadação do ISSQN, prevista na Lei Municipal nº 2.040/2014 e alterada pela Lei Complementar nº 221/2023. Os valores dependem do cumprimento das metas do exercício e não estão consolidados nas fontes públicas consultadas, então trate como componente variável, não como salário garantido.

Sobre vagas, o dado firme é o da lei: 60 cargos de Auditor Fiscal de Tributos no quadro permanente. Como não há ingresso na carreira desde 2007 e o certame daquele ano ofertou 25 vagas com validade encerrada em 2009, é razoável supor que boa parte desses 60 cargos esteja vaga hoje. O número exato de cargos providos e vagos não foi localizado em publicação oficial atualizada, e por isso fica registrado como estimativa, não como fato.

REQUISITOS PARA INGRESSO

Com base na Lei Complementar nº 33/2017, o provimento no cargo de Auditor Fiscal de Tributos se dá por concurso público de provas ou de provas e títulos, exigindo diploma de graduação de nível superior em bacharelado ou licenciatura plena, em qualquer formação, de instituição reconhecida pelo MEC.

É o mesmo requisito do edital de 2007, que pedia bacharelado em qualquer área. Não há exigência de Direito, Contabilidade, Economia ou Administração, o que abre a carreira para engenheiros, professores, profissionais de saúde e qualquer outro graduado.

COMO É A PROVA?

Não existe edital em vigor nem banca contratada, então o que temos é a referência do último certame. Ela serve para entender o perfil histórico da seleção, não para montar o cronograma como se fosse o próximo edital.

Em 2007, a organização foi do Cespe/UnB. A prova objetiva teve 120 questões do tipo certo ou errado, sendo 50 de conhecimentos básicos e 70 de conhecimentos específicos, com 3 horas e 30 minutos de duração. Os conhecimentos básicos cobriram Língua Portuguesa, Noções de Informática e Atualidades. Os específicos trouxeram Noções de Direito Constitucional, Noções de Direito Administrativo, Direito Tributário, Legislação Tributária, Noções de Direito Comercial, Noções de Direito Penal, Matemática Financeira e Contabilidade Geral. Houve ainda avaliação de títulos, de caráter classificatório, valendo 10 pontos.

Foram 791 inscritos para 25 vagas, cerca de 31 candidatos por vaga. O certame foi homologado em dezembro de 2007, valeu até 2009 e não teve a validade prorrogada.

Quase duas décadas depois, quase tudo nesse desenho está sujeito a mudança. A banca é indefinida. Note que o concurso geral da Prefeitura em 2024 foi organizado pelo Instituto Verbena, ligado à UFG, o que sugere que a Cespe não é caminho garantido. E o programa de um edital fiscal municipal atual dificilmente deixaria de fora a legislação tributária local e a Reforma Tributária.

Na prática, isso muda a forma de treinar. Quem estuda para Rio Branco hoje precisa resolver questões em mais de um formato, certo e errado no estilo Cebraspe, múltipla escolha densa no estilo FCC e lei seca no estilo FGV, em vez de se especializar no estilo de uma banca que talvez nem organize o certame.

SITUAÇÃO ATUAL

Este é o ponto em que é preciso ser direto, porque muito conteúdo de concurso trata expectativa como se fosse notícia.

O concurso fiscal de Rio Branco está sem previsão. Não há edital publicado, não há banca contratada, não há comissão organizadora designada e não há autorização divulgada. O certame não aparece nos levantamentos de concursos ISS de 2026 em nenhuma das categorias, nem entre os que têm banca definida, nem entre os que têm comissão formada, nem entre os autorizados, nem entre os previstos.

Mais do que isso, existe um sinal contrário que precisa ser dito. Em 2024, a Prefeitura realizou o maior concurso da sua história, com 1.267 vagas distribuídas entre 630 imediatas e 637 de cadastro de reserva, pelos editais 001 e 002/2024, com provas em abril e homologação em dezembro daquele ano. Foram dezenas de cargos de nível superior, de Administrador a Analista de Sistemas, de Enfermeiro a Engenheiro Agrônomo. Nenhuma vaga para a carreira fiscal tributária. À época, o próprio prefeito informou que a folha passaria de R$ 44 milhões para cerca de R$ 50 milhões por mês, com 42% da receita comprometida com pessoal.

Ou seja, a Prefeitura teve a oportunidade, montou a maior operação de contratação de sua história e escolheu não recompor o fisco. Quem estuda para esse concurso precisa carregar essa informação junto com o entusiasmo pelo salário.

A REFORMA TRIBUTÁRIA MUDA O JOGO DO ISS

Nenhum artigo honesto sobre concurso de fisco municipal em 2026 pode ignorar isto. A Emenda Constitucional nº 132/2023, regulamentada pela Lei Complementar nº 214/2025 e complementada pela Lei Complementar nº 227/2026, extingue o ISS.

O cronograma é conhecido. 2026 é ano de teste, com IBS a 0,1% e CBS a 0,9% em caráter informativo. Em 2027 a CBS entra em alíquota cheia, PIS e Cofins são extintos e o Imposto Seletivo passa a ser cobrado. Entre 2029 e 2032, as alíquotas do ISS e do ICMS caem progressivamente enquanto o IBS assume participação crescente. Em 2033 o ISS deixa de existir e o IBS passa a valer em alíquota plena, com referência da ordem de 18,5%, dos quais cerca de 2,5 pontos de destinação municipal.

Isso não significa que o auditor fiscal municipal desaparece, e quem diz isso está errando a leitura. IPTU, ITBI e taxas continuam municipais e continuam precisando de fiscalização e de cadastro. O município passa a integrar o Comitê Gestor do IBS, órgão interfederativo responsável pela administração, arrecadação, fiscalização e contencioso do novo imposto. O cadastro imobiliário municipal precisa se integrar ao Cadastro de Imóveis Brasileiros. E mecanismos como o split payment, previsto nos artigos 31 a 35 da Lei Complementar nº 214/2025, redesenham completamente a forma de arrecadar.

O que muda é a natureza do trabalho. O fisco municipal deixa de operar uma legislação local isolada e passa a operar dentro de uma infraestrutura nacional de arrecadação. Para o candidato, a consequência prática é imediata: Reforma Tributária não é tema acessório em concurso de ISS a partir de agora, é conteúdo central.

ERROS COMUNS DE QUEM SE PREPARA

Estudar pelo edital de 2007 como se fosse o próximo. Matemática Financeira, Noções de Direito Penal e Noções de Direito Comercial estavam lá porque era o padrão de fisco municipal daquela época e daquela banca. Um edital atual provavelmente traria Raciocínio Lógico, Legislação Tributária Municipal e Reforma Tributária com peso muito maior.

Confundir Rio Branco (AC) com Rio Branco do Sul (PR). São municípios diferentes, em estados diferentes, com concursos, bancas e remunerações diferentes. Rio Branco do Sul, no Paraná, teve movimentação recente para Auditor Fiscal de Tributos Municipais. A capital do Acre não teve. Muita gente já perdeu tempo estudando o certame errado por causa do nome.

Achar que o salário é R$ 1.344,00. Esse número é de 2007 e continua circulando em blogs desatualizados. A tabela vigente parte de R$ 12.000,00 de vencimento-base. Descartar o concurso por causa de um dado velho é o pior tipo de erro, porque custa a oportunidade sem custar esforço.

Ignorar a legislação municipal. Em concurso de ISS, o que separa aprovado de eliminado quase nunca é o CTN, que todo mundo estuda. É o Código Tributário Municipal, que em Rio Branco é a Lei nº 1.508/2003, com suas alterações, além da Lei Orgânica da Administração Tributária, das Instruções Normativas da SEFIN sobre monitoramento fiscal e auditoria, do Domicílio Tributário Eletrônico e do Conselho Municipal de Contribuintes.

Tratar a Reforma Tributária como assunto de fisco estadual. O ISS está no centro da mudança, não na periferia. Quem estuda IBS e CBS só pelo lado do ICMS vai errar as questões municipais.

Esperar o edital para começar. Este é o erro mais caro em um concurso sem previsão. Se o edital sair, ele vai sair com prazo curto, e a distância entre quem tem base e quem não tem será impossível de fechar em três meses.

ESTRATÉGIA PRÁTICA

A estratégia correta para Rio Branco não é a de sprint, é a de base. Como não há previsão de edital, apostar tudo neste concurso seria irresponsável. Mas a base que ele exige é praticamente a mesma de qualquer outro concurso de fisco municipal ou estadual, e é aí que está a jogada.

Comece pelo núcleo duro que se repete em todo edital fiscal: Direito Tributário e CTN, Contabilidade Geral, Língua Portuguesa e Raciocínio Lógico. Esses quatro blocos sustentam ISS Manaus, ISS São Luís, ISS Belém, ISS Goiânia e qualquer Sefaz. Estudar para eles é estudar para Rio Branco também, sem o risco de ficar refém de um edital que talvez não venha este ano.

Trate a Reforma Tributária como disciplina, não como atualidade. Isso significa ler a Lei Complementar nº 214/2025 com atenção ao regime do IBS, à transição de 2029 a 2032, ao papel do Comitê Gestor e ao split payment, além da Emenda Constitucional nº 132/2023 e da Lei Complementar nº 227/2026. É o conteúdo com maior chance de aparecer e menor concorrência em nível de domínio, porque a maioria dos candidatos ainda estuda isso por resumo.

Deixe a legislação municipal específica para a fase pós-edital, mas faça uma leitura de reconhecimento agora. Passar os olhos no Código Tributário Municipal de Rio Branco uma vez, entendendo a estrutura da lista de serviços, das alíquotas, do lançamento e do processo administrativo fiscal, reduz o tempo de aprendizado depois pela metade.

Resolva questões em volume e em formatos variados. Com banca indefinida, treine certo e errado, múltipla escolha longa e lei seca. Quem só treina um formato trava quando a banca muda.

E acompanhe os sinais reais, não os boatos. Os indícios que antecedem um edital são objetivos e públicos: menção a concurso na Lei de Diretrizes Orçamentárias e na Lei Orçamentária Anual, designação de comissão organizadora no Diário Oficial, e contratação de banca. Enquanto nenhum deles aparecer, este concurso continua sendo alvo secundário.

Por fim, meta semanal com controle de evolução. Consistência medida vale mais do que carga horária declarada, e é ela que faz a diferença quando o edital de qualquer fisco aparecer.

VALE A PENA?

Vale a pena estudar, não vale a pena apostar tudo. É importante separar as duas coisas.

Os pontos fortes são reais. São 60 cargos criados em lei, sem ingresso há 19 anos. O vencimento-base é de R$ 12.000,00 para 30 horas semanais, com gratificação exclusiva de 10% por cima, em uma capital com custo de vida bem abaixo do Sul e Sudeste. A exigência é graduação em qualquer área. A carreira tem prerrogativas sólidas, incluindo carteira funcional com fé pública, autonomia técnica e poder de requisitar apoio policial em caso de embaraço à ação fiscalizadora. E a concorrência histórica, 31 candidatos por vaga em 2007, é uma fração do que se vê em concursos fiscais de grandes capitais.

Os pontos de atenção são igualmente reais e precisam pesar na decisão. Não há edital, banca, comissão nem autorização. A Prefeitura fez o maior concurso da sua história em 2024 e deixou o fisco de fora, o que é um indicativo de prioridade, não de esquecimento acidental. O gasto com pessoal já estava em 42% da receita à época. E o ISS, principal tributo administrado pelo cargo, será extinto em 2033, o que redesenha a carreira mesmo que não a elimine.

Então este concurso encaixa para quem já está no trilho da área fiscal e quer somar mais um alvo à mesma base de estudo, para quem tem vínculo com o Acre ou com a região Norte e enxerga valor em construir carreira ali, e para quem consegue estudar por dois ou três anos sem a adrenalina de um edital publicado.

Não encaixa para quem precisa de aprovação rápida, para quem só consegue estudar com edital na mão, e para quem está escolhendo um único concurso da vida. Para esses perfis, ISS Manaus, ISS São Luís, ISS Goiânia e as Sefaz com certame em andamento são alvos melhores hoje, e a boa notícia é que estudar para eles mantém Rio Branco na mira sem custo adicional.

POR QUE CONFIAR NA GURUJA?

Somos líderes de aprovações nos últimos concursos da Área Fiscal, Controle e Policial:

  • 61% na Sefaz Paraná (incluindo 2º e 3º lugar)
  • 83% na Sefaz Rio de Janeiro (incluindo os 8 primeiros colocados)
  • 80% na Sefaz Sergipe (incluindo os 8 primeiros)
  • 82% na Sefaz Piauí (incluindo os 4 primeiros)
  • 50% no TCE Goiás (Contabilidade)
  • 100% no TCE Pará (Administração e Gestão Governamental)
  • 55% na CAGE Rio Grande do Sul (incluindo os 3 primeiros)
  • 297 aprovados na Polícia Federal

Tudo comprovado com nome e rosto de cada aprovado, nosso “cara-crachá”.

COMO COMEÇAR

Comece por Direito Tributário e CTN, Contabilidade Geral, Português e Raciocínio Lógico. Esses quatro blocos são o que sustenta qualquer edital de fisco municipal, incluindo Rio Branco, e são o que você não vai conseguir construir no prazo curto de um edital publicado. Em paralelo, trate a Reforma Tributária como disciplina de peso, porque é o conteúdo que vai definir as provas fiscais dos próximos anos.

Na Guruja, você estuda com mentoria de Auditor Fiscal aprovado, que já passou pelo processo e sabe onde o tempo é desperdiçado, e com uma plataforma que mostra exatamente em que ponto da sua preparação você está evoluindo e onde está travando. Não prometemos aprovação. Prometemos que você vai saber, semana a semana, se está andando ou parado.

Curtiu? Compatilhe com mais pessoas!

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Notícias recomendadas

fiscal

A lei do município cria 60 cargos de Auditor Fiscal de Tributos em Rio Branco. O último concurso para a carreira fiscal da capital acreana foi em 2007. São 19…

fiscal

A última vez que Santarém ofertou vaga para a carreira de fiscalização tributária foi no concurso de 2008, executado pelo CETAP, que trouxe 4 vagas de Fiscal de Tributos (nível…

fiscal

Saquarema tem cerca de 90 mil habitantes, o maior PIB per capita do país (R$ 722.441,52 em 2023, segundo o IBGE) e exatamente seis cargos de Auditor Fiscal criados em…

fiscal

O último concurso para Auditor Fiscal de Tributos de São Luís abriu nove vagas. Ao longo da validade, a Prefeitura convocou 146 candidatos e zerou o cadastro de reserva. Quem…

fiscal

Em 6 de agosto de 2026 vence, sem possibilidade de nova prorrogação, o concurso de Auditor Fiscal de Tributos Municipais de Belo Horizonte. É a informação mais importante deste artigo,…

fiscal

O fisco de Niterói realizou um único concurso nos últimos dez anos. Foi em 2015, com a FGV, e atraiu 57.917 inscritos para 86 vagas imediatas. Desde então, silêncio. Agora…

fiscal

O último concurso para o Fisco de Maceió foi aplicado em 2002. De lá para cá, uma geração inteira de concurseiros nasceu, se formou e passou em outros lugares, enquanto…

fiscal

A Prefeitura de Teresina abriu o último concurso para Auditor Fiscal da Receita Municipal em 2016. De lá para cá, dez anos sem edital novo. E aqui está o número…

fiscal

O último edital do Auditor do Tesouro Municipal do Recife saiu em 15 de julho de 2014. De lá para cá, nenhum outro. Nesse intervalo, o município fechou 2025 com…

fiscal

Fala, pessoal! Tudo certo? Quem começou a estudar para a área fiscal há alguns anos organizava a parte tributária em dois blocos. Direito Tributário, com a teoria geral, e Legislação…

Estratégia de Estudos

Fala, pessoal! Tudo certo? Existe um descompasso silencioso que atrapalha muita gente boa na área fiscal. O candidato entra com horizonte de meses, e o certame trabalha com horizonte de…

fiscal

Fala, pessoal! Tudo certo? Durante muito tempo, Tecnologia da Informação em concurso fiscal significava basicamente Pacote Office e noções gerais de internet. Um conteúdo tratado como básico de básico, estudado…

O que você está buscando?

Você também pode gostar!

Cadastre-se e receba as notícias em destaque da semana, dicas, novidades e muito mais.

Você também pode gostar!

fiscal

A lei do município cria 60 cargos de Auditor Fiscal de Tributos em Rio Branco. O último concurso para a carreira fiscal da capital acreana foi em 2007. São 19…

fiscal

A última vez que Santarém ofertou vaga para a carreira de fiscalização tributária foi no concurso de 2008, executado pelo CETAP, que trouxe 4 vagas de Fiscal de Tributos (nível…

fiscal

Saquarema tem cerca de 90 mil habitantes, o maior PIB per capita do país (R$ 722.441,52 em 2023, segundo o IBGE) e exatamente seis cargos de Auditor Fiscal criados em…

fiscal

O último concurso para Auditor Fiscal de Tributos de São Luís abriu nove vagas. Ao longo da validade, a Prefeitura convocou 146 candidatos e zerou o cadastro de reserva. Quem…

fiscal

Em 6 de agosto de 2026 vence, sem possibilidade de nova prorrogação, o concurso de Auditor Fiscal de Tributos Municipais de Belo Horizonte. É a informação mais importante deste artigo,…

fiscal

O fisco de Niterói realizou um único concurso nos últimos dez anos. Foi em 2015, com a FGV, e atraiu 57.917 inscritos para 86 vagas imediatas. Desde então, silêncio. Agora…

fiscal

O último concurso para o Fisco de Maceió foi aplicado em 2002. De lá para cá, uma geração inteira de concurseiros nasceu, se formou e passou em outros lugares, enquanto…

fiscal

A Prefeitura de Teresina abriu o último concurso para Auditor Fiscal da Receita Municipal em 2016. De lá para cá, dez anos sem edital novo. E aqui está o número…

fiscal

O último edital do Auditor do Tesouro Municipal do Recife saiu em 15 de julho de 2014. De lá para cá, nenhum outro. Nesse intervalo, o município fechou 2025 com…

fiscal

Fala, pessoal! Tudo certo? Quem começou a estudar para a área fiscal há alguns anos organizava a parte tributária em dois blocos. Direito Tributário, com a teoria geral, e Legislação…

Estratégia de Estudos

Fala, pessoal! Tudo certo? Existe um descompasso silencioso que atrapalha muita gente boa na área fiscal. O candidato entra com horizonte de meses, e o certame trabalha com horizonte de…

fiscal

Fala, pessoal! Tudo certo? Durante muito tempo, Tecnologia da Informação em concurso fiscal significava basicamente Pacote Office e noções gerais de internet. Um conteúdo tratado como básico de básico, estudado…